A multidão me estreita, me espreme, me sinto sufocada mais nunca acompanhada. Hj a música tocou e eu ñ dancei, o palhaço brincou e eu ñ sorri, o sinal abriu e eu ñ passei. O dia passou e eu ñ vivi. Alguém falou e eu fingi ouvir. O sol brilhou mais ñ me excitou e nem me aqueceu. Passei meu coração a limpo, vivia borrado, dos meus constantes erros, de querer escrever sem inspiração, de querer viver sem a certa motivação.
E eu já canso de sentir queimar-me a alma como uma estranha brasa, a voltear como estranha e doida borboleta dentro de mim. Neste baú de emoções chamado coração guardei emoções q já ñ as consigo guardar. Preciso dizer, gritar, em mais um verso de dor. Q balbuciando a minha alma, escrevo, q escrevendo novamente padeço, padeço de ser, de existir, e de sentir essa sensação do meu sofrer amiúde.
"Mas nunca encontrarás p´la vida fora,
Amor assim como este amor q chora
Neste beijo d´amor q são meus versos!…"
Amor assim como este amor q chora
Neste beijo d´amor q são meus versos!…"

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